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Rússia x Ucrânia: Últimas Notícias


O sexto dia da guerra da Rússia contra a Ucrânia começou com a intensificação dos ataques das tropas russas a diversas regiões ainda controladas pelos ucranianos. A retomada da ofensiva ocorre um dia após reunião em Belarus entre autoridades russas e ucranianas terminar sem acordo a respeito de um cessar-fogo.


Durante a madrugada e o início da manhã (noite e madrugada, no horário de Brasília), Kiev voltou a acionar as sirenes de emergência. O mesmo ocorreu em cidades como Rivne, Ternopil, Vinnytsia, Volyn e Kharkiv, onde um prédio do governo foi atingido, deixado ao menos dez mortos.

Confira o que se sabe até agora sobre a situação envolvendo Rússia e Ucrânia:

  • Parlamento Europeu recomenda adesão da Ucrânia à União Europeia. A decisão foi tomada por 637 votos favoráveis, 13 votos contrários e 26 abstenções um dia após pedido do presidente ucranaino, Vlodimir Zelensky.

  • Ao menos 17 países anunciaram apoio militar e humanitário à Ucrânia, embora a Rússia tenha ameaçado retaliar países europeus que enviem armas, equipamentos militares e combustíveis aos ucranianos.

  • Jogadores de futebol do time da Ucrânia Zorya conseguiram sair do país e chegar à Polônia nesta terça-feira (1º) após intervenção de um grupo de voluntários, a "Frente Brazucra".

  • "Se Putin acha que vai acuar a Otan está redondamente enganado", afirmou primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, em coletiva de imprensa. "O que está fazendo é fortalecer a Otan no Ocidente."

  • O ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Yi, telefonou para seu homólogo ucraniano, Dmytro Kuleba, e afirmou que Pequim "lamenta profundamente este conflito que eclodiu entre Ucrânia e Rússia".

  • Guerra piora e enviados do SBT e Band deixam a capital da Ucrânia. Na sexta-feira (25), os enviados da CNN Brasil e Record deixaram Kiev por falta de segurança.

  • A cotação do barril de petróleo tipo Brent disparou mais de 5% em razão da guerra na Ucrânia, se aproximando do valor máximo alcançado em 2014.

  • A segunda reunião entre a Rússia e Ucrânia para negociar um cessar-fogo pode ocorrer amanhã na fronteira entre Belarus e Polônia.

  • O exército russo pediu a retirada dos civis que vivem perto dos serviços de segurança ucranianos na capital, Kiev. "Para deter os ataques virtuais contra a Rússia serão realizados ataques com armas de alta precisão contra as infraestruturas tecnológicas", afirmou o Ministério da Defesa.

  • O primeiro-ministro russo, Mikhail Mishustin, anunciou medidas para impedir o êxodo de empresas estrangeiras após sanções à invasão da Ucrânia. "Um projeto de decreto presidencial foi preparado para introduzir restrições temporárias à saída de ativos russos".

  • Imagens captaram o momento em que um ataque do exército russo atingiu um prédio do governo ucraniano no centro de Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia.

  • Exportações históricas de armas, um forte sentimento pró-Otan na opinião pública, firmeza diante das advertências de Moscou: a invasão russa da Ucrânia provocou aproximação histórica de Suécia e Finlândia à aliança militar ocidental.

  • O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, afirmou hoje que o presidente russo, Vladimir Putin, "destruiu a paz na Europa, e os aliados condenam a brutal e injustificada ação contra a Ucrânia".

  • 660 mil deixam Ucrânia e 1 milhão estão deslocados internamente. Se o ritmo do êxodo continuar, mais de 4 milhões de pessoas buscarão refúgio nos países vizinhos às fronteiras da Ucrânia.

  • O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, disse que o bombardeio na cidade de Kharkiv é um "crime de guerra": "É terrorismo de estado", afirmou em vídeo publicado no Telegram. "A defesa da capital é, hoje, a principal prioridade."

  • Diversas delegações boicotaram hoje o discurso do chanceler russo Serguei Lavrov na ONU (Organização das Nações Unidas), deixando a sala praticamente vazia. A delegação brasileira permaneceu no local.

  • A Ucrânia deve receber por terra os caças cedidos pela União Europeia para o combate contra a Rússia. As aeronaves vão entrar em território ucraniano por meio de fronteiras com Polônia, Hungria ou Eslováquia ou Romênia.

  • Apesar da resistência ucraniana e das sanções, a Rússia não mudou sua estratégia de conquistar Kiev. Para analistas, Putin se aproveita do fato de a Otan não poder enfrentar a Rússia diretamente.

  • O prédio do governo de Kharkiv foi bombardeado por forças russas. Segundo o governo local, pelo menos dez pessoas morreram no ataque.

  • O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, disse que a capital da Ucrânia está sob ataque "ininterrupto" das tropas da Rússia. "Nós ouvimos explosões a cada hora durante a noite passada", afirmou.

  • Jornais britânicos destacam a morte de crianças em suas capas. Segundo o último boletim divulgado pelo Ministério da Saúde da Ucrânia, 352 pessoas morreram, sendo 16 crianças.

  • A Hyundai vai interromper a produção de veículos na fábrica de São Petersburgo, a segunda maior cidade da Rússia. O motivo é a falta de fornecimento de materiais para a montagem dos carros.



Por UOL Notícias




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